O City perdeu Foden, ficou com dez jogadores por mais de uma hora, viu Haaland ter um gol inicialmente anulado e, mesmo assim, saiu de Old Trafford com uma vitória por 1 a 0. A Preguiça olha para isso e só consegue perguntar: “Como é que pode?”

City fica com um a menos e complica a própria vida

O clássico de Manchester tinha tudo para ser daqueles jogos tranquilos… até Phil Foden resolver transformar a partida em um teste de resistência.

Aos 23 minutos, Foden foi expulso após atingir Bruno Fernandes, deixando o Manchester City com dez jogadores por mais de uma hora de jogo.

E aí a lógica era simples:

United com um jogador a mais em Old Trafford = pressão total.

Só que aparentemente ninguém avisou o Manchester City que ele deveria entrar em pânico.

O time se fechou bem, conseguiu limitar as oportunidades do rival e continuou competitivo mesmo em desvantagem numérica.

A Preguiça, vendo aquilo, já estava preparando o sofá:

“Agora é aquele famoso 0 a 0 sofrido até o final.”

Só que tinha um tal de Erling Haaland em campo.


Haaland marca, mas o VAR resolve participar

Aos 60 minutos, Haaland recebeu cruzamento de Gvardiol e mandou a bola para as redes.

Gol do City!

Só que não.

O bandeirinha levantou a bandeira e o gol foi inicialmente anulado por impedimento.

A Preguiça já tinha começado a comemorar o empate imaginário quando…

VAR entrou em cena.

Após a revisão, o gol foi validado porque Haaland estava em posição legal. A polêmica ficou por conta de Enzo Fernández, que estava em posição de impedimento e tentou alcançar a bola, mas não conseguiu tocá-la. O VAR entendeu que ele não interferiu na jogada.

E aqui vem a parte que deixou o clássico ainda mais maluco: nesta segunda-feira, a Pro Ref reconheceu que houve um “erro de julgamento” na decisão de não recomendar uma revisão em campo sobre a possível interferência de Enzo Fernández.

Ou seja:

o gol valeu, mas a discussão está longe de acabar.


United tentou, mas o City segurou

Depois de ficar com um jogador a mais, o Manchester United teve algumas boas oportunidades.

Marcus Rashford acertou a trave em uma cobrança de falta, e Kobbie Mainoo também carimbou o poste no segundo tempo.

Quando o United finalmente conseguiu chegar mais perto do empate, apareceu Donnarumma para salvar o City.

O goleiro fez uma defesa espetacular já nos acréscimos, evitando o gol de Bryan Mbeumo e garantindo a vitória dos visitantes.

Então ficou assim:

Manchester United: um jogador a mais.

Manchester City: três pontos.

A matemática do futebol realmente não está colaborando com a Preguiça.


City 100% e United afundando

Com a vitória, o Manchester City chegou aos 12 pontos em quatro rodadas, mantendo 100% de aproveitamento e dividindo a liderança com o Arsenal.

Já o Manchester United ficou com apenas 4 pontos e ocupa a 13ª posição.

E o mais curioso é que o City conseguiu vencer justamente no território do maior rival, mesmo jogando com dez durante a maior parte da partida.

Old Trafford virou palco de uma vitória que ninguém estava esperando depois da expulsão de Foden.


🦥 Ranking da Preguiça

🥇 Haaland — Apareceu quando o City mais precisava e decidiu o clássico.

🥈 Donnarumma — A defesa nos acréscimos valeu praticamente outro gol.

🥉 Sistema defensivo do City — Aguentou mais de uma hora com um jogador a menos e segurou o United.

😴 VAR — Primeiro anulou, depois validou e agora ainda ganhou um episódio extra com o reconhecimento de “erro de julgamento”.

A Preguiça já está esperando a próxima temporada dessa novela.

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