Mascote Preguiça FC com camisa tradicional listrada em preto e verde sentado no sofá, segurando o riso enquanto assiste à derrota do Flamengo para o Estudiantes na televisão.A Preguiça acompanha do sofá a eliminação do Flamengo, que não marcou contra o Estudiantes no Maracanã e caiu nos pênaltis pela Libertadores 2026.

Mais de 72 mil torcedores no Maracanã, quase um tempo inteiro com superioridade numérica e 180 minutos de semifinal sem balançar a rede. O Mengão transformou a Libertadores em um curso intensivo de como irritar a própria torcida! 😂

Flamenguista, pode respirar. Ou não. Porque a noite de quinta-feira foi daquelas que fazem o torcedor questionar todas as escolhas que o levaram a acreditar no futebol.

O Flamengo recebeu o Estudiantes no Maracanã, precisava vencer para chegar à final da Libertadores e tinha a Nação empurrando o time. Mas, depois de 90 minutos, o placar mostrava exatamente aquilo que ninguém queria ver:

Flamengo 0 x 0 Estudiantes.

Como o primeiro jogo, na Argentina, também havia terminado sem gols, a vaga foi decidida nos pênaltis. E aí o roteiro conseguiu piorar: os argentinos venceram por 3 a 2 e mandaram o Rubro-Negro assistir à final pela televisão.

Parabéns aos envolvidos! A Preguiça já separou a pipoca. 🍿🦥

🔴⚫ Um jogador a mais e uma criatividade a menos?

O segundo tempo começou com uma oportunidade de ouro para o Flamengo. Logo aos quatro minutos, Baltasar Rodríguez recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. O Estudiantes teria de jogar praticamente toda a etapa final com dez jogadores.

Era a hora de colocar pressão, movimentar a bola, encontrar espaços e aproveitar a vantagem.

E o que aconteceu?

O Flamengo teve mais posse de bola, rondou a área argentina e tentou encontrar o caminho do gol. Só que o sistema defensivo do Estudiantes parecia ter recebido uma promoção: quanto mais o Rubro-Negro atacava, mais difícil ficava entrar.

O time apelou para cruzamentos, esbarrou na marcação e não conseguiu transformar o domínio em gols.

A Preguiça pergunta: se você tem um jogador a mais, está no Maracanã e precisa de um gol para ir à final, qual é o plano? Porque cruzar a bola na área repetidamente até o adversário cansar de cabecear para longe não parece exatamente uma revolução tática.

🧮 Quase 75% de posse. E o gol? Ficou em casa.

O próprio técnico Leonardo Jardim comentou que o Flamengo teve quase 75% de posse de bola, mas não conseguiu presença suficiente na área para finalizar como precisava. O relato do ge registrou a frustração do treinador com a falta de efetividade.

Quase 75% de posse!

Isso significa que a bola passou bastante tempo nos pés dos jogadores rubro-negros. Só esqueceram de avisar que, no futebol, a posse não entra na súmula como gol.

Não adianta trocar passes, empilhar números bonitos e sair do gramado com o mesmo zero no placar. A bola precisa visitar a rede adversária. Não basta fazer turismo no campo de ataque!

O Flamengo teve oportunidades, como a cabeçada de Plata defendida por Muslera e uma finalização de cabeça de Paquetá que passou perto da trave. Mas, no balanço final, faltou o principal: eficiência para marcar.

O Estudiantes, por sua vez, fez o que precisava. Defendeu-se, suportou a pressão e levou a decisão para o momento em que a competência na marca da cal faria toda a diferença.

🧤 Muslera e a fábrica de pesadelos rubro-negros

Se os 90 minutos já tinham deixado a torcida preocupada, a disputa por pênaltis tratou de terminar o serviço.

Jorginho foi para a cobrança. Defesa de Muslera.

Lucas Paquetá tentou. Mais uma defesa.

Bruno Henrique assumiu a responsabilidade. Muslera defendeu novamente!

Três cobranças do Flamengo pararam no goleiro uruguaio. Do lado rubro-negro, apenas Arrascaeta e Léo Pereira converteram. O Estudiantes venceu por 3 a 2 nos pênaltis e garantiu a vaga na decisão. CNN Brasil.

Muslera saiu como herói. O goleiro argentino? Não, uruguaio! A Preguiça também precisa reconhecer quando o adversário faz o trabalho direito. 😂

Já para o Flamengo, ficou aquela sensação de que a vaga estava ali, ao alcance das mãos, mas o time não conseguiu agarrá-la.

E não dá para colocar tudo na conta dos pênaltis. A eliminação foi construída durante os 180 minutos sem gols, com a equipe tendo a chance de resolver a disputa no tempo normal e não aproveitando nem a superioridade numérica no Maracanã.

🏟️ O Maracanã lotado e o silêncio da eliminação

Mais de 72 mil torcedores acompanharam a partida. Muita gente foi ao estádio acreditando que o Flamengo chegaria a mais uma final continental.

O torcedor fez sua parte: compareceu, cantou e empurrou o time. Mas, quando o apito final confirmou o empate e a decisão foi para os pênaltis, a festa virou tensão. Depois das cobranças, veio a eliminação.

É justamente isso que torna o resultado tão doloroso: não foi apenas perder uma vaga. Foi deixar escapar uma oportunidade enorme, em casa, diante da própria torcida e contra um adversário que ficou com dez jogadores durante quase todo o segundo tempo.

O Estudiantes não precisou fazer um gol no Maracanã para avançar. Precisou resistir e ser mais eficiente nos pênaltis.

O Flamengo, por sua vez, não marcou nem na ida nem na volta.

Zero gols em 180 minutos de semifinal. Para um time que sonhava em disputar mais uma final de Libertadores, é um dado que dispensa qualquer edição de vídeo com música triste.

🦥 Veredito da Preguiça: tá de sacanagem, Mengão?

Vamos separar as coisas: o Estudiantes merece crédito. Fez uma partida defensivamente sólida, suportou a desvantagem numérica e venceu a disputa por pênaltis. A classificação argentina não caiu do céu.

Mas o Flamengo tem muito a explicar para sua torcida.

Como uma equipe com tanta posse de bola, um jogador a mais e o Maracanã lotado não conseguiu transformar a superioridade em um gol sequer? Como desperdiçou três cobranças na disputa decisiva?

A Libertadores não premia quem troca mais passes nem quem tem o elenco mais badalado. Premia quem resolve os jogos.

E, desta vez, o Flamengo não resolveu.

A vaga ficou com o Estudiantes, que enfrentará o Palmeiras na final em Montevidéu, no dia 28 de novembro.

Nota da Preguiça para a atuação ofensiva do Flamengo: 2/10. E esses dois pontos são pela insistência. Porque, de tanto cruzar a bola na área, em algum momento parecia que o gol ia sair por cansaço.

Agora é com você, torcedor: foi mérito absoluto do Estudiantes ou o Flamengo jogou fora uma classificação que estava nas mãos? E Leonardo Jardim, como explica tanta posse de bola e tão pouca efetividade?

Deixe sua corneta nos comentários e compartilhe com aquele amigo rubro-negro que ontem foi dormir sem entender o que aconteceu.

Preguiça FC — Aquele futebol que dá até preguiça de comentar. 🦥⚽

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *